Flamengo Campeão

BEM VINDO AO PRINCIPAL PORTAL DA PSICOLOGIA DO ESPORTE NO BRASIL

Com mais de duas décadas de prática ininterrupta, o serviço de Psicologia do Clube de Regatas do Flamengo é um dos mais tradicionais do Brasil no trabalho psicológico com atletas de futebol. Ao longo dessa jornada, vem contribuindo efetivamente na formação de vários jogadores de destaque no futebol nacional e internacional. O trabalho dos psicólogos e estagiários de psicologia oferece acompanhamento e preparação psicológica a todas categorias do futebol, desde o mirim até o profissional. Há algum tempo também funciona no futsal, da categoria infantil até o adulto. O Serviço de Psicologia do Flamengo atende hoje a psicólogos e estudantes de psicologia do Brasil inteiro com instruções, referências e consultoria no trato desta área apaixonante. Aqui nesse espaço virtual você encontrará textos, artigos, notícias, blibliografia,dicas e reflexões, tudo para ajudar a psicologia do esporte nacional a alcançar o patamar que merece junto às ciências do esporte

Erick Conde no programa Sem Censura do Canal Brasil

O psicólogo do Flamengo Erick Conde esteve no programa Sem Censura falando sobre a Psicologia Esportiva no Brasil, dos atletas brasileiros, do desempenho em Pequim e da dificuldade na divulgação da Psicologia como instrumento de otimização de performance atlética.

Confira, em duas partes, aqui no Blog!

PARTE 1


PARTE 2

A Neurociência e o Comportamento Alimentar



De 1 a 4 de setembro, aconteceu em Búzios (RJ) o I Neurolatam, um importante congresso de Neurociências que reuniu pesquisadores de toda América Latina. Neste evento, o C. R. Flamengo apresentou os resultados da pesquisa "Associações implícitas e o comportamento alimentar no esporte", a qual foi desenvolvida em um caráter interdisciplinar englobando as áreas de nutrição, psicologia e neurociências. O trabalho demonstrou possibilidades para o estudo dos hábitos alimentares através de um teste de tempo de reação manual que permite acessar medidas implícitas de associações neurais. Tais resultados se mostraram interessantes na medida em que demonstraram evidências de subsídios psicofisiológicos para a mensuração de hábitos alimentares, realizada comumente através de procedimentos explícitos, como escalas, questionários e inventários. Para maiores informações sobre o trabalho apresentado no congresso acesse nosso portal da Neurociência: http://neurofla.blogspot.com/

Por Erick Conde